Indispensáveis para a sobrevivência de um ser é algo que ele não possa ter, alguém que já se foi ou alguma coisa.
Caso conheça alguém que as ignore, esse se encontra na perfeição da condição até então humana.
Pois é na necessidade que se encontra a fraqueza do homem. Infeliz é aquele que um dia afirmara o homem ser o mais inteligente bicho.
Como pode algo, alguém ou alguma coisa ser inteligente e possuir conflitos internos, dúvidas ou mais? Se demonstrar fraco e às vezes sem saídas, for iludido por outro, machucado, errar incansavelmente diante de algo, alguém ou alguma coisa?
Questionar algo inquestionável, sentir-se culpado, mas nada fazer para que alguma coisa seja solucionada. Alguém que possa sentir vontade de berrar, mas chora no ouvido do então amigo.
Esse algo, alguém ou alguma coisa não precisa ter predadores, é predado pelos que julgam ser da mesma espécie. Talvez haja inúmeros fatores demasiados ou claros demais para explicações óbvias e ásperas.
E esse bicho, às vezes se esconde dentro de si mesmo, não herdara a famosa bolsa dos cangurus que todos veem nos desenhos animados, mas sempre esconde e esconderá atrás de algo, alguém ou alguma coisa.
Pois se busca algo um dia perde, mas insiste que nunca vai perder, se anseia alguém sempre será tarde demais ou cedo até, ou se quer alguma coisa esquece que talvez nunca possa tê-la.
Devido a sua nostálgica ambição sempre será guarnecido de uma força que o leve a pensar que tudo dará certo. Essa força pode ser algo inexorável, alguém dogmático ou alguma coisa qualquer.
Consideraria burro, ignorante, ou qualquer coisa mais alguém que não veja isto no passar dos dias. Pois sempre existirá o questionamento e às vezes a sátira diante algo, alguém ou alguma coisa significante que ninguém perceba, vivencie. É preciso analisar e dar valor a coisas até então despercebidas ou até esquecidas por aquele que acha impossível enxergar um sol no dia de chuva.

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